segunda-feira, 11 de julho de 2011

Carros Antigos - As colecionadoras



Quem acha que o gosto por carros é coisa para homem já está mais que ultrapassado. Hoje, as mulheres estão muito mais envolvidas com isso – seja como admiradoras, pilotos ou até mesmo colecionadoras. Esse é o caso de Glenys Maria Bessler, fundadora e presidente do Elas, o Clube Feminino de Automóveis Antigos e Especiais do Paraná. Sua paixão por automóveis vem desde a adolescência. “Sempre gostei de carros. No entanto, no início eu fazia rali de velocidade e não imaginava ir para o universo dos autos antigos. E meu primeiro carro foi um fusquinha”, revela.
 


O clube
Em 2003, Glenys fundou o Clube Elas, totalmente destinado para mulheres que apreciam o antigomobilismo. Hoje são 80 participantes cadastradas com seus carros. A instituição realiza duas exposições de automóveis antigos por ano, com cerca de 400 veículos. “Com os eventos que realizamos, conseguimos arrecadar alimentos para entidades carentes. Fazemos essas exposições no Brasil inteiro e já recebemos até um convite para ir para Portugal”, conta. Foi também nessa época em que surgiu o clube, que Glenys ganhou de seu marido um M.P. Lafer 1974, uma das raridades que ela mostra na foto que ilustra esta matéria. 
Preconceito
Mas nem tudo sempre foram flores nesse universo de mulheres e carros antigos. “No início, havia um enorme preconceito. Mas, com determinação, conseguimos mostrar que apesar de sermos mulheres podemos sim gostar e entrar no universo do antigomobilismo”, afirma Glenys. E completa: “Neste mundo dos autos antigos, o importante é que fazemos amizades maravilhosas. Eu, por exemplo, tenho amigos de clubes tradicionais que respeito e admiro. Sempre estou aprendendo com eles. Vou aos clubes e sou recebida como um deles. Isso é um mérito e tanto em um universo que era dominado por eles”.

Cuidados com os autos
De acordo com Glenys, as participantes enxergam os automóveis antigos como peças muito raras e cuidam deles como se fossem filhos. E, como qualquer carro, essas peças de colecionadores também exigem manutenção e cuidados para conservação, que devem ser feitos com maior frequência do que em um carro novo. A colecionadora mostra os segredos para deixar um auto antigo com cara de novo:
https://wwws.portoseguro.com.br/vendaonline/home.do?dispatch=home&susepw=6668WJ&nomecorretor=PM%20CORRETORA%20DE%20SEGUROS%20LTDA&site=www.pmcorretora.com.br%20%20&chat=&telefone=(14)%203222-7702– Fazer lavagem no veículo semanalmente. Após as exposições, sempre polir e encerar o carro;
– Utilizar pretinho (substância para dar brilho) nos pneus;
– Fazer revisão regularmente;
– Ao guardar o veículo, é importante utilizar uma capa, para evitar que entre poeira e outros resíduos;
– É preciso estar sempre atento a barulhos estranhos do carro, pois as peças desgastam com maior facilidade e nem sempre estão disponíveis no Brasil.

Legenda:

Pneus Verdes


Com o preço da gasolina aumentando, uma das alternativas política e ecologicamente corretas é aproveitar o investimento em pesquisa e desenvolvimento feito pelas grandes empresas de pneus e investir nos chamados “pneus verdes”. Fabricados com materiais e métodos diferenciados, esse tipo de pneu tem menor resistência ao solo, reduzindo o consumo de combustível e emissão de CO2 na atmosfera.
Devido ao atrito contra o asfalto e a uma maior ou menor aderência, os pneus são responsáveis pelo consumo de até 20% do combustível do carro. Pensando nisso, empresas como Michelin, Pirelli e Continental desenvolveram tecnologias aplicadas nos pneus para diminuir essa resistência no rolamento e promover uma redução de até 6% no consumo de combustível.
Como funcionam
Os chamados “pneus verdes” possuem uma tecnologia desenvolvida para aperfeiçoar a resistência no rolamento. Novos materiais, como a sílica, foram inseridos nas rodas e toda estrutura foi renovada. “Todo o pneu foi planejado para ser mais econômico, desde sua estrutura até sua parte interna, carcaça, tudo que colaborasse para gerar menos ruído e melhor perfomance”, afirma Rodrigo de Souza Walger, consultor técnico comercial da Pirelli. Ele complementa: “Até os fios de nylon da carcaça foram alterados para que o pneu se deforme menos e, consequentemente, gaste menos combustível”.
Outra empresa que também está investindo na tecnologia verde é a Continental. Com a linha chamada de ContiPowerContact, a empresa investiu em ampliação na aderência do pneu com o solo, empregando sílica e polímeros de cadeias longas que reduzem a temperatura do pneu, o que proporciona uma menor absorção de energia em forma de calor, garantindo maior quilometragem, menor consumo de combustível e menores taxas de emissão de CO2.
A economia de combustível é garantida por uma simples equação: com menor resistência ao rolamento, o carro precisa acelerar menos para atingir a mesma velocidade que atingiria com um pneu comum, gastando menos combustível.
Economia e sustentabilidade
Outra grande vantagem dos chamados “pneus verdes” é seu apelo ecológico. “A indústria automobilística tem uma meta de reduzir a emissão de CO2 e vem investindo em carros mais leves com consumo racional de combustível. Com pneus dessa tecnologia, prevemos uma redução na emissão desses gases de até 10 g por quilômetro rodado” afirma Walger.
Em termos de custo, os preços dos “pneus verdes” oscilam entre 3 e 5% a mais que dos pneus tradicionais. De acordo com os fabricantes, essa diferença acaba sendo absorvida pela economia de combustível feita em 40 dias de uso. Os pneus já podem ser encontrados nas principais revendas de todo o país.

Casa ecológica

 

A preocupação com o futuro do planeta é a grande questão do século 21. Mas se engana quem acha que para ser sustentável é preciso ter muito dinheiro. Marcio Pereira, diretor executivo da EcoCasa, empresa atuante na área de soluções ecológicas, dá algumas dicas para ter uma casa mais sustentável:
– Substituição de lâmpadas incandescentes por fluorescentes econômicas ou de leds;
– Uso de aeradores em torneiras;
– Implantação de sistema de aquecimento solar de água;
– Aproveitamento de água da chuva para atividades secundárias como limpeza de pisos;
– Escolha de móveis fabricados em empresas com postura sustentável ou uso de itens feitos a partir da reciclagem de materiais ou com madeira de demolição;
– Optar por um paisagismo sustentável, que trabalha a captura e fixação de carbono, diminuindo as chamadas ilhas de calor, o que torna o clima mais agradável e ajuda a reduzir o uso do ar-condicionado.;
"É importante destacar que todas as ações tidas como sustentáveis têm influência local e, na sua maioria, benefícios tangíveis. Mas elas também podem causar impactos em maior escala e às vezes não tão visíveis. Daí a importância das pessoas entenderem que as grandes mudanças só acontecerão com pequenas ações, partindo de cada um de nós", finaliza Pereira.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

De olho nos juros - financiamento do imóvel


 

 
Após acertar o financiamento do imóvel, é difícil imaginar que alguma coisa possa interferir no sonho da casa própria. Contudo, algum imprevisto – divórcio ou mudança para o exterior, por exemplo – pode fazer com que você tenha que vender a residência antes de pagar o crédito. Diante dessa situação, muita gente pode se surpreender ao perceber que o valor não foi completamente abatido do total devido. Antes de achar que há algum problema com as contas, é preciso entender por que isso acontece. Não podemos nos esquecer de que, embutidos nas prestações, estão os juros, que são o custo do empréstimo.
O presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira, Reinaldo Domingos, explica como esse cálculo funciona. Atualmente, as taxas para financiamento de um imóvel giram em torno de 10% a 12% ao ano.


De maneira geral, isso significa que uma pessoa que pegar um financiamento em 30 anos para um apartamento de R$ 100 mil pode chegar a desembolsar mais de R$ 300 mil ao final do contrato, em razão dos juros que incidem anualmente sobre o valor contratado, uma forma de compensar o banco pelo dinheiro emprestado.

A grande diferença entre os valores deve-se ao fato de o período do empréstimo ser muito grande, o que faz a instituição bancária demorar algum tempo antes de reaver o dinheiro. Nessa hipótese, os primeiros 20 anos de prestação seriam somente para pagamento do crédito ao banco, enquanto só na última década a casa começaria a ser quitada.
Mas há formas de diminuir esses juros. A primeira sugestão de Domingos é velha conhecida de economistas: poupar o máximo que conseguir para dar de entrada e pagar prestações menores e por menos tempo. Ele explica: se um casal depositar todo mês R$ 1 mil na poupança, ao final de sete anos o valor vai ter chegado a R$ 100 mil.
Quem não tem dinheiro guardado pode optar por um financiamento no qual o pagamento de juros seja feito por um período menor de tempo. É o caso da tabela SAC (sigla para Sistema de Amortização Constante), na qual o valor das parcelas iniciais é superior ao das finais. Como o banco recebe o capital emprestado antes, estipula juros menores ao cliente.
Já a tabela Price, que mantém prestações fixas durante todo o financiamento, possui taxas maiores, porque a pessoa fica mais tempo com o dinheiro emprestado pelo banco. Por fim, uma dica útil: "Lembre-se de que o valor pago mensalmente não pode ultrapassar 25% do rendimento total, para não comprometer as finanças pessoais", recomenda Domingos.  

Outra forma é o Consorcio:  que esta descrito no link a seguir http://migre.me/5bThz , que dependendo da administradora pode ser de no minimo de 15%.

Cartão pré-pago alia segurança a economia

 

 
A escolha da forma de gastar dinheiro no exterior é uma etapa importante na hora de planejar a viagem para fora do Brasil. Uma opção cada vez mais comum é o cartão de crédito pré-pago. Nas viagens internacionais, uma das vantagens em relação ao cartão de crédito convencional é a economia. Além de não ter cobrança de anuidade, o pré-pago paga menos imposto. Enquanto no pré-pago a alíquota de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é de 0,38%, no cartão de crédito é de 6,38% para compras no exterior. A diferença nos valores existe porque o cartão de crédito pré-pago, apesar do nome, não faz operações de crédito e tem taxações menores.
"O consumidor tem que se planejar, pensar qual é o valor de que vai necessitar na viagem e carregar o pré-pago. Esse planejamento permite economizar bastante, porque o IOF do cartão de crédito não está nada barato", diz a coordenadora da associação de consumidores Proteste, Maria Inês Dolci.
O pré-pago também é uma boa alternativa ao dinheiro, opção geralmente usada por quem quer fugir das variações do câmbio. A taxa é definida no momento em que o consumidor carrega o cartão. Além disso, ele pode ser bloqueado em caso de roubo ou perda, outra vantagem em relação ao dinheiro em espécie.
O cliente paga uma taxa para adquirir o cartão e outra cada vez que for carregá-lo. Pode abastecer o pré-pago com dólar, euro ou libra esterlina em agências bancárias ou corretoras aqui no Brasil. Alguns podem até ser recarregados no exterior, dependendo do banco emissor. O IOF de 0,38% é deduzido na hora. Não há taxas para fazer compras. Para saques, são cobradas tarifas fixas em torno de US$ 2,50. O saldo remanescente pode ser sacado no país de origem. Atualmente, o produto é oferecido pelas bandeiras Visa (Visa Travel Money), MasterCard (MasterCard Passport) e American Express (American Express Global Travel Card).


sexta-feira, 1 de julho de 2011

indenização pelo valor estipulado na apólice


Automóvel: indenização pelo valor estipulado na apólice


Data: 30.06.2011 - Fonte: Seguros.inf.br


Na Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) da Câmara Federal, o relator Ricardo Izar (PV-SP) apresentou um substitutivo ao Projeto de Lei 234/2011, pelo qual o autor, deputado Sandes Júnior (PP-GO), estabelece que o valor da indenização no seguro de veículos, em caso de perda total, seja aquele fixado na apólice e corrigido monetariamente.

Para o relator, contudo, a forma em que o PL 234 está formulado “inviabilizaria e encareceria extraordinariamente a emissão de qualquer apólice”.
Ainda em sua justificativa para modificar o texto de Sandes Júnior, Ricardo Izar levanta outro ponto, o da desvalorização do veículo no mercado automotivo, independentemente do uso contínuo do bem e do desgaste.

Sendo assim, ele propõe, em seu substitutivo, que ao consumidor seja dado a possibilidade de escolha também de um formato em que a indenização não sofra alteração. Deste modo, ele entende que o proprietário do veículo que esteja interessado em receber o valor total do veículo com correção deve arcar com custos maiores para segurá-lo.

De qualquer forma, o substitutivo ao PL 234, ainda não votado, prevê que o valor da indenização no seguro de automóvel deve ser o estipulado na apólice, sem ou com correção monetária, como propõem Sandes Júnior e Ricardo Izar. Significa que a indenização pelo valor de mercado do carro é hipótese descartada pelos dois parlamentares. O PL 234 modifica o artigo 781 do Código Civil.

Responsabilidade Civil do Empregador


Responsabilidade Civil do Empregador 

Data: 30.06.2011 - Fonte: CQCS | Tania Araújo

A apólice de Responsabilidade Civil Geral com extensão para danos causados pelo Empregador vem atraindo  a atenção das empresas brasileiras, segundo avaliação do Executivo da  empresa X, Nelson Uzêda. A cobertura é vista como complemento do Seguro de Acidentes de Trabalho (SAT), que é administrado com exclusividade pela Previdência Social.


O RC Empregador indeniza funcionários em decorrência de danos corporais sofridos no serviço ou no trajeto de ida e volta do  trabalho, sempre que a viagem for realizada por veículo contratado pelo segurado.


“Só estão cobertos os danos corporais” decorrentes de acidentes de origem súbita e imprevista. não garantindo cobertura contra doenças  reforça Uzêda. “A cobertura contra riscos materiais pode ser feita por cláusula particular”, acrescenta.



A empresa que possui o seguro tem a garantia de indenização correspondente à sua responsabilidade perante o acidente, limitado ao máximo à  importância segurada na garantia contratada . Isso porque, mesmo que o empregado (ou preposto) tenha recebido pensão ou benefício da Previdência Social por acidente de trabalho, ele pode ingressar na justiça com ação indenizatória.


“As condições gerais do seguro de Responsabilidade Civil Geral excluem danos causados a empregados ou prepostos do segurado, quando estão em serviço, dai a necessidade de contratar a cobertura RC Empregador quando desejar se garantir contra esses riscos”, acrescenta Uzêda.


“Essa cobertura, no entanto, não pode ser contratada isoladamente, porque é complementar ao seguro RC Estabelecimentos”, finaliza Uzêda.