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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Estabilizador, filtro de linha,No-Breaks

Há décadas o estabilizador é visto como um item essencial ao bom funcionamento de computadores aqui no Brasil. Orientadas por técnicos e especialistas na área, nove em cada dez pessoas compram o aparelho quando adquirem seu primeiro computador. O motivo: evitar que instabilidades na rede elétrica afetem os componentes da máquina recém-adquirida. Afinal de contas, estabilizadores "estabilizam" o nível de tensão, corrente, etc,certo? Errado!

A verdade é bem mais triste do que se pode imaginar: na verdade os estabilizadores são os principais responsáveis pela queima de placas-mãe, processadores, pentes de memória e demais componentes dos computadores. Então por que existe essa aura de salvador da pátria em torno do estabilizador? Por que quando um componente queima as pessoas dizem "poderia ter sido pior se não fosse pelo meu estabilizador megazord" ao invés de culpá-lo? Nada melhor do que consultar o passado para entender o presente.


O que é um estabilizador? Por que ele existe?



É muito raro encontrar alguém que não use ou nunca tenha usado um estabilizador para ligar o computador
Criado na década de 1940, o estabilizador surgiu com o propósito de minimizar os efeitos das oscilações da rede elétrica. Se ainda hoje algumas regiões sofrem com problemas de instabilidade na rede, imagine isso àquela época. É claro que os computadores estavam longe de ser uma realidade, mas alguns equipamentos eletrônicos, cujos componentes estavam vulneráveis a instabilidade elétrica, pediam o uso de um equipamento como o estabilizador. Não demorou muito e o aparelho foi largamente adotado.
É muito raro encontrar alguém que não use ou nunca tenha usado um estabilizador para ligar o computador
Décadas depois, os computadores surgiram e seus componentes e periféricos demandavam cuidados extras para que não queimassem e fossem inutilizados. Por essa razão as pessoas e empresas passaram a conectar seus equipamentos ao estabilizador. A ideia é que o estabilizador atenuaria sobretensões ou subtensões, levando à fonte um valor apropriado à sua voltagem. Em casos de variações extremas, o estabilizador simplesmente "queimaria" um fusível, evitando a passagem de corrente elétrica.
Por muito tempo os estabilizadores foram recomendados por técnicos e especialistas, principalmente nos primórdios da informática em nosso país, quando as fontes trabalhavam a velocidades mais lentas que o equipamento eletrônico. A coisa virou senso comum e, apesar de hoje estudos comprovarem a ineficácia do aparelho, todos continuam acreditando no que antes era verdade.


Então o que acontece de verdade quando uso um estabilizador?

Hoje a coisa mudou de figura e as fontes mais modernas dos computadores trabalham a velocidades muito, mas muito superiores à de um estabilizador. Basta verificar a etiqueta de qualquer estabilizador para ver que a velocidade de trabalho da maioria deles gira em torno dos 60 Hz, o que faz com que ele demore aproximadamente 0,008 segundos para responder a qualquer anormalidade na rede elétrica.
Por outro lado, as fontes de um computador comum trabalham a 100 KHz (ou seja, 100.000 Hz) e as mais poderosas, geralmente utilizadas por gamers, atingem a incrível velocidade de 400 KHz (ou 400.000 Hz), o que é infinitamente superior ao estabilizador. A coisa fica mais discrepante quando o tempo de reação de uma fonte dessas é analisado e comparado ao do estabilizador: são necessários apenas 0,0001 segundos para corrigir qualquer surto elétrico.
Além de potentes, as fontes atuais são infinitamente mais rápidas do que os estabilizadores e por isso identificam e corrigem falhas na rede elétrica mais rapidamenteAlém de potentes, as fontes atuais são infinitamente mais rápidas do que os estabilizadores e por isso identificam e corrigem falhas na rede elétrica mais rapidamente
Dessa forma, é correto afirmar que o seu estabilizador vai demorar mais tempo para identificar um surto na rede elétrica porque ele é mais lento. Nesse meio tempo, inevitavelmente o ruído gerado pela instabilidade da rede será transmitido à sua fonte, como se não houvesse estabilizador algum. A fonte, por sua vez, fará a correção do problema rapidamente, pois é mais rápida. Após um período de tempo, finalmente seu estabilizador perceberá o que aconteceu com a rede elétrica e tentará "corrigir" o problema, assim mesmo, entre aspas. Isso porque ele não corrige oscilações na rede elétrica e o ruído é passado novamente para a fonte, que vai ter que corrigir o novo problema gerado pelo estabilizador.
Por esses motivos, a fonte acaba trabalhando dobrado, esquenta mais e, consequentemente, terá sua vida útil reduzida.

Sendo assim, o que devo utilizar para proteger meu computador? Um filtro de linha?


Sim, aquele filtro de linha que você usa como extensão no seu quarto ou escritório pode ser a solução emergencial mais acessível para a maioria. Muitos usuários o recomendam expressamente.
Geralmente utilizados apenas como extensão, os filtros de linha (ou réguas) deixam a fonte do computador lidar com as oscilações de energia por conta própria, não interferindo no seu funcionamento. No entanto, o aparelho dispõe de um pequeno fusível para evitar que curtos circuitos causem queima dos componentes por sobretensão.
Geralmente utilizados apenas como extensão, os filtros de linha (ou réguas) deixam a fonte do computador lidar com as oscilações de energia por conta própria, não interferindo no seu funcionamento. No entanto, o aparelho dispõe de um pequeno fusível para evitar que curtos circuitos causem queima dos componentes por sobretensão.
A verdade sobre os filtros é que, assim como os estabilizadores, eles não estabilizam coisa alguma, mas em compensação não tentam realizar uma tarefa que não lhes cabe. Com isso, a fonte do computador fica livre para fazer o serviço dela e corrigir qualquer surto ou instabilidade na rede elétrica o mais rápido possível. Somente em casos de sobretensão extrema é que o acessório entra em ação, bloqueando a passagem de corrente elétrica pelo fusível que, a essas alturas, estará queimado.
Outros modelos de filtro oferecem proteção extra contra ruídos eletromagnéticos, mas infelizmente estes são extremamente raros e difíceis de serem encontrados no Brasil. Em um dia de sorte, pode-se encontrá-los por, no mínimo, R$ 150.
Embora haja ampla recomendação do seu uso pela comunidade, infelizmente os filtros de linha não chegam a caracterizar a solução ideal de proteção aos componentes de um computador.

Estou disposto a proteger meu computador a qualquer custo. Qual a solução ideal para mim?


O No-Break! Ele é mais caro que qualquer estabilizador ou filtro de linha, no entanto é capaz de manter o computador ligado mesmo quando a energia acabar. A façanha é alcançada graças a uma bateria interna que fica carregada e a postos para assumir o fornecimento de energia aos aparelhos conectados ao No-Break quando ocorrer algum problema na rede.
Ou seja, mesmo que acabe a energia, o No-Break conseguirá fornecer energia ao computador por alguns minutos ou horas, dependendo do tipo: offline ou online.
Os No-Breaks são a proteção ideal contra qualquer tipo de problema e falha na rede elétrica. Os tipos são dois: online e offline e suas baterias variam bastante de tamanho
Os modelos de No-Break Offline são os mais comuns e mais acessíveis, já que a autonomia de suas baterias é baixa e fornece energia por poucos minutos. Para esses modelos, a bateria interna só entra em ação alguns milisegundos após a queda de energia, o que otimiza seu tempo de vida útil, mas gera pouca confiabilidade por causa desse pequeno espaço de tempo.
Os No-Breaks são a proteção ideal contra qualquer tipo de problema e falha na rede elétrica. Os tipos são dois: online e offline e suas baterias variam bastante de tamanhoQuanto aos No-Breaks Online, são bem mais caros e recomendados para uso profissional em servidores. Suas baterias são mais robustas e têm autonomia variável, podendo oferecer até algumas horas de energia. Por ficarem ligadas diretamente à tomada, oferecem maior confiabilidade que os modelos Offline, pois os aparelhos são alimentados diretamente por ela. O incoveniente é que, por causa disso, sua vida útil é bastante abreviada e o preço de manutenção é outro fator limitante à sua adoção por usuários domésticos.
Independente do tipo escolhido, é certo que o usuário estará protegido contra quatro defeitos da rede elétrica:
  • Surtos de tensão;
  • Queda de tensão;
  • Queda na energia;
  • Oscilação da frequência.

Agora meu estabilizador vai para o lixo?


Não necessariamente. Lembre-se que o uso do estabilizador não é mais recomendado para computadores com fontes modernas, que operam a uma velocidade maior que o aparelho. Caso você ainda possua um computador daqueles bem antigos, o uso do estabilizador pode continuar sendo recomendado. Verifique nas especificações da fonte a velocidade que ela opera e veja se vale a pena usar o estabilizador.
Uma outra opção é conectar outros aparelhos eletroeletrônicos ao estabilizador, principalmente se houver muitas oscilações e falhas na rede elétrica de sua região. Apenas certifique-se que o estabilizador opera, no mínimo, na mesma velocidade que eles e tem potência suficiente para alimentá-los.


Matéria completa: http://canaltech.com.br/materia/hardware/Afinal-de-contas-para-que-servem-os-estabilizadores/#ixzz2miCLUtKM 
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Montando seu Desktop (Vantagem ou desvantagem)


Comprar um desktop completo tem lá a suas vantagens: basta tirar da caixa, plugar todos os fios e começar a usar sem precisar mexer em nada na parte interna do gabinete, mas isso também traz os seus problemas. Grande parte dos sites e lojas físicas que vendem PCs fechados na caixa mostram somente o que eles trazem de bom, muitas vezes não anunciando todos os componentes internos. 

Processador Intel Core i7, 8 GB de memória RAM e HD de 500 GB. Ok. Qual é a placa-mãe? A fonte de alimentação é de qualidade? O gabinete é capaz de deixar os componentes resfriados corretamente? Por esses e outros motivos, muitos usuários optam por montar a sua máquina do zero, escolhendo componente por componente e assim tendo muito mais controle sobre a configuração final que deseja alcançar.
Montar uma máquina é uma tarefa que exige bastante pesquisa tanto de preços quanto de compatibilidade, o que acaba dificultando a vida de muitas pessoas com tantas configurações possíveis. Pensando nisso,montamos um guia para ajudar aqueles que estão dispostos a começar do zero e não se enrolar no meio do caminho. Confira!


Estabeleça um preço máximo e não saia dele


Este é um problema que muitos usuários enfrentam quando vão montar a sua primeira máquina, e que acaba fazendo a escolha de componentes se tornar uma verdadeira corrida espacial. O motivo? Quando fazemos um balanço entre desempenho e preço acabamos encontrando opções que possuem um custo benefício cada vez maior cada vez que adicionamos R$ 20 ou R$ 30.
R$ 30 aqui, R$ 50 ali e quando fechamos a configuração vemos que ela ficou 2 vezes mais cara do que tínhamos planejado inicialmente, e por isso é extremamente importante fixar um teto de preço e nos atermos a ele. Claro que não precisamos ser espartanos e pequenas variações até podem aparecer, mas se colocar um teto de cerca de R$ 1500, por exemplo, tente não passar muito de R$ 1600 ou R$ 1700.



Primeiro passo: escolha a plataforma


01 - Intel vs AMDIntel ou AMD? Essa é uma escolha que deve ser feita logo no início, já que as duas empresas possuem modelos que diferem bastante entre preço e desempenho, requerem modelos de placa-mãe diferentes e margens diferentes de upgrades futuros. Os modelos da Intel são consideravelmente mais caros, mas são capazes de oferecer mais performance por clock do que os modelos da AMD.
AMD traz modelos quad-core pelo preço dos Intel de dois núcleos, o que dá aquela ajuda quando ficamos com vários aplicativos abertos ao mesmo tempo. No caso das APUs, é possível ter um excelente desempenho gráfico sem ter que comprar uma placa de vídeo dedicada separadamente, mas estas são indicadas para os usuários que não pretendem fazer upgrades futuros.


Segundo passo: procure uma placa-mãe

02 - Placa-mãe

Muitos usuários começam a montar as suas máquinas escolhendo o processador e em seguida o resto dos componentes, já que este é normalmente a parte de mais destaque. Porém, a placa-mãe é a parte principal de qualquer computador moderno, sendo responsável por gerenciar todos os outros componentes e fazendo com que trabalhem em conjunto.
Não adianta investir muito em um processador top de linha e economizar na placa-mãe (tática utilizada por muitos fabricantes de PCs fechados, diga-se de passagem) porque o resultado final será uma máquina lenta. É melhor investir primeiro na placa-mãe e depois no processador porque é esta que limitará as possibilidades de upgrades futuros.
Escolha sempre modelos que trazem os soquetes de processadores mais novos (atualmente LGA 1155 para CPUs Intel ou AM3+/FM2 para CPUs AMD) para ter acesso às tecnologias mais recentes, mais slots de memória e conexões PCI Express mais rápidas, assim como portas USB 3.0, conexões SATA III para o disco rígido e SSD e assim por diante.



Terceiro passo: processador e memória 




03 - CPU
Após ter escolhido a placa-mãe, está na hora de ir atrás de um processador, e aqui temos uma dica bastante importante: se não sobrar dinheiro para comprar a CPU que você estava planejando e precisar de uma máquina de qualquer jeito, procure o modelo mais básico que seja compatível com a placa-mãe escolhida. Nada de ir atrás de um modelo intermediário e ficar preso conforme o tempo passa. O melhor é gastar pouco no começo e, quando tiver a oportunidade, comprar a CPU que tinha planejado desde o início.




03 - Memória
Em relação à memória, vale mais velocidade do que quantidade. Sendo um dos componentes mais baratos do PC, o melhor é investir em frequências maiores (1600 MHz ou 1866 MHz) e quantidade de canais (2, 3 ou mesmo 4) do que encher a placa-mãe com modelos lentos e de marcas desconhecidas. O que dissemos para o processador vale para a memória: se não puder comprar a quantidade desejada com o nível de performance desejado, vale comprar menos e depois fazer um upgrade, já que este é um dos componentes mais fáceis de melhorar na máquina.



Quarto passo: placa de vídeo



04 - Placa de vídeo
Essa etapa pode ser ignorada caso o usuário pretenda utilizar os gráficos integrados do processador (Intel HD ou AMD Radeon HD). A escolha da placa de vídeo é algo que costuma causar bastante dor de cabeça, em especial se o uso da máquina será para jogos ou alguma aplicação profissional de imagem ou vídeo. Para esses dois públicos, o ideal é investir um pouco menos no processador se o orçamento estiver apertado, focando em performance gráfica em vez de processamento de CPU.
Independentemente de se escolher AMD ou NVIDIA, o importante é ler análises da placa que pretende adquirir antes de fechar a compra para ver do que ela é capaz. Geralmente, modelos de entrada possuem uma péssima relação custo-benefício, e é preferível investir em um processador com gráficos integrados de qualidade e depois comprar uma placa de vídeo dedicada separadamente, ainda mais quando estamos falando de modelos que podem passar dos R$ 5000.



Quinto passo: armazenamento

05 - SSDA vantagem dos desktops é o suporte a dois ou mais discos de armazenamento. Para comprar um HD não há muito segredo, basta escolher a quantidade de gigabytes (ou terabytes) e quantos serão utilizados. O ideal é ter um disco para o sistema e outro para dados pois isso torna o equipamento resistente a perdas de dados. Caso algo dê errado com o tempo (como problemas no sistema operacional ou mesmo uma falha no disco) e seja necessário formatar a máquina, os dados ficam armazenados em um lugar seguro.



05 - Disco rígidoNo entanto, o HD é o componente mais devagar de qualquer PC, e adquirir um SSD para instalar o sistema e os aplicativos é uma mão na roda. Estes são componentes ainda bastante caros, mas como 
estamos falando de um desktop é possível instalar tudo no SSD e deixar arquivos grandes, como filmes, em um segundo disco rígido de maior capacidade. Nessa configuração, um SSD de 90 GB ou 120 GB já é capaz de armazenar com foga o Windows e todos os programas que você pretenda instalar. 









Sexto passo: fonte e gabinete

06 - GabineteMuitos usuários costumam dar pouca atenção a estes últimos itens, economizando neles por terem investido alto nos cinco primeiros passos, o que é um grande erro. Já imaginou montar seu computador, instalar o SO, utilizá-lo por alguns meses e ele começar a falhar? Isso acontece pela escolha de uma fonte de má qualidade ou um gabinete que não mantenha a máquina refrigerada. Ou os dois.
Fontes de alimentação de qualidade são caras, e custam quase 4 vezes mais do que um modelo genérico. Porém, não há muita escolha aqui, já que é ela que será a responsável por transformar a energia da tomada em corrente contínua para cada um dos componentes, e se não fizer esse trabalho direito começam a danificar rapidamente os mais sensíveis (geralmente memória RAM e disco rígido são os primeiros a falhar).
06 - Fonte de alimentaçãoNa hora de pesquisar uma fonte, é fácil perceber que as marcas genéricas começam a desaparecer conforme a faixa de preços aumenta, mostrando que o fabricante é incapaz de desenvolver um modelo de qualidade. O mesmo vale para os gabinetes, que podem ser encontrados entre R$ 50 e R$ 4000. Além do visual, é importante ver o material com o qual ele é contruído (evite os de plástico) e o suporte a sistemas de resfriamento.
É importante lembrar que quando se trata de gabinetes e fontes de alimentação, marca importa. Empresas como Thermaltake, Coolermaster e Corsair são boas empresas que fabricam tanto um quanto outro.



Sétimo passo: refrigeração

07 - Watercooler
Passo dedicado para aqueles que pretendem montar uma máquina de alto desempenho. Após escolher a configuração, está na hora de correr atrás de fans de gabinete, coolers voltados para overclock de CPU (em alguns casos é melhor utilizar um watercooler), pois nada pior do que gastar uma nota em componentes top de linha e ver a máquina desligando toda hora por superaquecimento.
07 - FanCom o gabinete em mãos fica mais fácil ver as possibilidades de instalação do sistema de refrigeração. O desempenho dos fans é medido em CFM, ou a quantidade de ar que eles são capazes de "empurrar" para dentro ou fora do computador. Em geral, gabinetes voltados para alto desempenho não são vendidos juntamente com a fonte de alimentação, e esta deve ser instalada na parte de baixo em vez do convencional local na parte de cima.

terça-feira, 16 de abril de 2013

O Terror de Perder seu Equipamento Eletrônico (Notebook, Smartphone, Tablet)


Os dados confirmam: há mais celulares no Brasil do que brasileiros. Mesmo assim, a experiência de perder o celular e ficar incomunicável, ainda que por pouco tempo, pode ser um terror para muita gente, seja por perda, acidente ou roubo. Em se tratando de smathphones, tablets e modems o prejuízo (e pesadelo) pode ser ainda maior. Por isso, a seguradora Porto Seguro oferece serviço de seguro para novos e usados (até dois anos). No entanto, cabe uma ressalva: as operadoras não cobrem danos, apenas roubos, furtos qualificados e danos Eletricos.

O contrato não exige período de carência; é instantâneo. E a franquia, em geral, costuma ser a mesma para todas as seguradoras: 25% do valor de mercado do produto. Pode ser contratado na aquisição de um novo aparelho, assim como separadamente, desde que o aparelho tenha até dois anos de uso.

Cobertura
O Brasil encerrou 2012 com 261,8 milhões de celulares, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Com tantos aparelhos disponíveis, aumenta também a recorrência de pessoas que tiveram seus eletrônicos roubados. Desta forma, é esse o público dos seguros de eletrônicos, pois a cobertura se restringe a situações de roubos e furtos qualificados comprovados. Possíveis danos e acidentes dificilmente serão cobertos. 


A analista de mídias sociais, Natércia Melo, por exemplo, resolveu contratar o seguro na compra do seu último celular. “Eu já passei por muito aperreio: Duas tentativas de assalto e também já perdi três celulares, tudo no ano passado. Então, ando muito assustada com essas coisas. Além do mais, eu ando muito à noite, nas baladas, correndo mais risco” explica. Ao comprar o aparelho pelo valor de cerca de R$ 500, a operadora ofereceu o serviço e ela aceitou, pelo custo mensal de X. “Eu me sinto mais segura. Nunca compro celular mais caro, por medo mesmo”.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Não comprometa a segurança do dispositivo (PC, Smartphone, Notebook e etc)


Cuidados simples – mas nem sempre lembrados – podem evitar muitas dores de cabeça para proprietários destes dispositivos

Cada vez mais populares entre usuários domésticos e corporativos,  podem representar um risco à segurança das informações dos usuários – muitas vezes, gente pouco acostumada com os perigos de redes sociais, malwares etc.

Veja essas dicas para usar seu dispositivo sem correr perigo:

Instale todas as atualizações
Até que os tablets cheguem às prateleiras das lojas, eles percorrem um longo caminho. Nesse período, provavelmente, foram feitas atualizações e criadas correções, voltadas a garantir a segurança. Assim, o usuário precisa estar atento para atualizar, de forma constante, o equipamento, a partir da indicação dos fornecedores. Além disso, no caso de aparelhos que usam soluções baseadas em Java e Flash, deve-se estar atento ao fato de que esses aplicativos fornecem suas próprias atualizações, independentes do sistema operacional.

Previna-se para o caso de perda ou furto
Por serem dispositivos móveis, os tablets estão sujeitos a perdas e furtos em situações cotidianas. Por outro lado, tendem a virar alvo dos ladrões, graças à demanda por no mercado. Assim, quem utiliza um tablet deve instalar algum aplicativo que permita rastreá-lo e bloqueá-lo remotamente. Isso evita que os dados armazenados no dispositivo sejam acessados.

Tenha um backup adequado
O pior pesadelo para qualquer usuário é, depois de gastar muitos meses para armazenar músicas, fotos, vídeos e todo tipo de documento no tablet perder essas informações, por conta de um problema com o equipamento. Uma alternativa para evitar esse tipo de surpresa é armazenar os arquivos em um dos diversos serviços de cloud computing (computação em nuvem) disponíveis atualmente. Outra possibilidade é instalar aplicativos que realizam o backup automático para o PC doméstico ou para um HD externo.

Cuidado com a instalação de aplicativos
Existe uma proliferação no número de aplicativos disponíveis para tablets, o que seduz os usuários a instalarem o máximo possível de programas. No entanto, os cibercriminosos têm utilizado essa tendência como uma facilidade para atacar os usuários, ao criar apps maliciosos.
Antes de instalar um novo aplicativo no tablet, deve-se tomar uma série de cuidados. O mais importante é só baixar programas que estejam disponíveis em lojas oficiais dos fabricantes e, mesmo nesse caso, deve-se ficar atento, já que este ano aumentou o número de aplicativos falsos, criados por cibercriminosos, oferecidos na Play.

Aumente a segurança nas mídias sociais
De forma geral, as pessoas utilizam os tablets para acessar e-mails, entrar nas redes sociais e navegar na internet. Por conta disso, esses equipamentos estão recheados de senhas e informações pessoais extremamente valiosas, que precisam ser conservadas.
Para prevenir ameaças em dispositivos móveis, o Facebook criou um sistema de notificação, pelo qual avisa o usuário de que alguém tentou acessar sua conta de um equipamento não identificado. Para utilizar essa funcionalidade do Facebook, basta entrar na rede social e acessar a área de “Configurações de Conta” e na sequência “Segurança”, clicando em seguida em “Aprovações de Login”.

Instale softwares de segurança
Já existem versões de software de segurança voltadas especificamente a proteger tablets e que, assim como no caso dos PCs, são fundamentais para garantir a segurança