quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Seguros que o profissional liberal e o autônomo precisam ter


Sem os benefícios oferecidos por uma empresa com a qual tenha vínculo empregatício, o profissional liberal (médico, dentista, advogado) e o autônomo ficam bastante desprotegidos ante os imprevistos da vida.
Para resguardar a si e à sua família das eventualidades, esse trabalhador pode comprar alguns seguros. As coberturas sugeridas pelos especialistas são:
1 – Renda: 
 No caso de afastamento temporário da sua atividade por doença ou acidente, o contratante recebe uma diária em dinheiro para compensar a perda de rendimentos. “O valor é definido pelo interessado, até o máximo de 1/30 do que costuma ganhar por mês. Mas não é preciso chegar a esse teto –existe a opção de estabelecer a indenização nos montantes correspondentes apenas às despesas da casa, por exemplo”, explica Aline X, superintendente de produtos da Y Seguros. No caso da apólice oferecida, para se ter uma ideia, existe uma franquia de doze dias, e a cobertura máxima é de 365 dias com diária de R$ 800. Para uma diária de R$ 400, o preço mensal é de R$ 144,63. A vantagem em relação a fazer uma poupança emergencial é que o seguro entra em vigor no dia seguinte à aquisição, enquanto juntar o dinheiro para ter condições de se sustentar pelo tempo em que ficar parado demora mais.
2 – Morte natural ou acidental :
 Serve para amparar a família no caso de o trabalhador morrer. “Calcular o valor da indenização é simples”, diz Marcelo H, gerente de seguros da seguradora WW. “Deve-se calcular por qual porcentagem da renda familiar o interessado é responsável. Aí se multiplica esse valor por um período de cinco anos.” Ou seja, para um rendimento mensal de R$ 4 mil, a cobertura tem que ficar em R$ 240 mil, e os preços de apólices começam em R$ 50. Algumas companhias oferecem como serviço adicional o pagamento das despesas com funeral.
3 – Invalidez: 
Há opções para reparação financeira no caso de incapacidade permanente causada por acidente ou por doenças degenerativas.
4 – Para imóveis que sirvam como consultórios ou escritórios
Além de proteger a estrutura física, é importante segurar os equipamentos e eletrônicos contidos no prédio.
5 – Para veículos usados na prestação de serviço
Quando o automóvel serve como instrumento de trabalho, deve-se prestar ainda mais atenção nos termos da apólice e nos serviços oferecidos. Substituição temporária do carro em caso de problemas constitui um benefício essencial. 
É sempre importante fazer uma pesquisa ampla entre as instituições financeiras que oferecem tais produtos, porque as condições costumam variar bastante.


Previdência Privada - Quais são as Diferenças entre as administradoras



Os recursos aportados no fundo são investidos em ativos de renda fixa ou variável. “Os produtos também podem ser diferentes com relação a segmentação, diversificação, taxas cobradas e serviços oferecidos, que envolvem acesso à informação, agilidade e consultoria”, diz Renato Russo, vice-presidente da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).
Nesse sentido, muitas gestoras oferecem composições diferenciadas de portfólios, buscando conciliar a exposição a ativos de risco com o ciclo de vida dos contribuintes. “A proporção de renda variável, no investimento, vai caindo à medida que se aproxima a aposentadoria”, explica Sandro Bonfim, gerente de inteligência de mercado da Brasilprev.
Assim, pode-se encontrar no mercado desde fundos que aplicam 100% dos recursos em ativos de renda fixa - como títulos públicos e dívidas emitidas por companhias -, até fundos multimercados, que alocam 49% do patrimônio em renda variável, como as ações de companhias abertas. A lógica dessa diversificação se baseia no prazo do investimento. Quanto mais longo o período do plano, maior é a possibilidade de colocar os recursos em ativos de maior risco, que podem oferecer maior probabilidade de ganhos. Mas à medida em que o período de resgate se aproxima, o fundo vai se tornando conservador em seus investimentos, afastando-se aos poucos de investimentos com mais riscos embutidos. “Quanto mais arrojado é o investidor, melhor é a chance de obter um retorno maior no futuro”, afirma Osvaldo Nascimento, diretor-executivo de produtos de investimento e previdência do Itaú Unibanco.
Por isso, antes de escolher um fundo, conheça a política de investimento que é adotada. Peça informações e esclareça suas dúvidas com o gestor. Os especialistas recomendam que essa escolha deve respeitar o apetite do investidor em correr riscos.
Informe-se sobre a seguradora
Escolha com cuidado a instituição que oferece o plano de previdência porque esse relacionamento pode durar muitas décadas, já que compreende o período de contribuição e o de recebimento. Informe-se sobre a idoneidade do administrador. Contrate planos de instituições que são autorizadas a atuar no Brasil. A informação está disponível no site da Superintendência de Seguros Privados (Susep), responsável pela fiscalização dessas instituições.
Também dedique tempo para fazer algumas contas, antes de assinar um contrato. Verifique se há uma relação coerente entre o volume dos recursos que serão depositados e os pagamentos futuros. Depois, fique atento aos cálculos de mortalidade que a instituição utilizar para definir os valores. A Tábua de Mortalidade (ou Atuarial, no jargão do setor) é utilizada para estimar o tempo de vida do contribuinte e o tempo em que a seguradora terá de garantir renda ao segurado. Segundo o IBGE, a expectativa de vida no país aumentou cerca de três anos entre 1999 e 2009. Assim, espera-se que o brasileiro viva, em média, 73,1 anos.
Podem surgir casos de seguradoras que usam tábuas muito antigas, com expectativas de vida menor, o que se reflete em mensalidades menores. No entanto, isso pode comprometer a saúde financeira das próprias instituições ao longo dos anos.
Custos

O relacionamento com o plano de previdência, feito para complementar a aposentadoria, pode durar décadas. Empresa e cláusulas devem ser verificados detalhadamente
Informe-se sobre a taxa de administração e a de carregamento. A primeira incide sobre o saldo do plano, e é cobrada pelo administrador, anualmente, como remuneração pelos serviços prestados. A de carregamento, por sua vez, incide sobre os aportes e visa cobrir as despesas administrativas. Nesse caso, se a taxa cobrada é de 5%, significa que, para cada R$ 1,00 investido, R$ 0,95 é efetivamente aplicado. “Os produtos viraram commodity”, afirma Américo Gomes, diretor-executivo da Bradesco Vida e Previdência. “O diferencial (entre as seguradoras) são as taxas de gestão, a taxa de carregamento e o atendimento”.
Os especialistas recomendam atentar para resgates no curto prazo. Os rendimentos do plano, em períodos curtos, podem ser insuficientes para cobrir essas despesas. “O peso das taxas corrói a capacidade de acúmulo de dinheiro”, diz Mizael Vaz, superintendente comercial da Icatu Seguros. “Juntar o dinheiro fica mais difícil porque, ao longo dos anos, o investidor foi pagando taxas”.
As taxas variam de seguradora para seguradora. Por isso, vale a pena comparar os valores praticados. Utilize os simuladores, disponibilizados nos websites de cada uma delas. Muitas diminuem o valor dessas taxas com o passar do tempo, de forma a premiar os investidores que mantêm seus recursos aplicados por prazos mais longos. Dessa forma, uma taxa de carregamento que inicialmente era de 5%, pode cair para 3% após dois anos de aplicação ou à medida que o volume de recursos aplicados atinge determinado nível, por exemplo. “Como prática de mercado, a cada patamar de reserva ou quanto maior a contribuição, há diminuição das taxas”, afirma Gomes.
Tributação
No momento de adquirir o plano, o contribuinte precisa decidir como pretende pagar os impostos no momento de sacar os recursos. Há duas maneiras de cobrança: a progressiva e a regressiva. A primeira é a que sempre existiu. Segue as mesmas alíquotas que se aplicam aos salários, variando de zero (isento) a 27,5%, dependendo do valor resgatado.
Já a regressiva passou a valer em 2005, com o intuito de estimular aplicações de longo prazo. A alíquota do imposto começa com 35%, sendo aplicada a investimentos mantidos por menos de dois anos. Mas à medida que o dinheiro permanece investido, esse percentual diminui. A alíquota chega a 10% quando os recursos são mantidos por dez anos ou mais. 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

CONSUMO SUSTENTÁVEL - combustível fóssil

Saiba como verificar o consumo de combustível de um veículo

 Consumidor precisa estar atento às maneiras de verificar se o carro é econômico; conheça as principais.  Os critérios socioambientais estão entre os principais detalhes a ser observados no momento de escolher um modelo de automóvel. No entanto, para verificar o quanto um veículo é econômico, frequentemente o consumidor necessita buscar as informações paralelamente ao que é fornecido pelas concessionárias. Apesar do crescente aumento de vendas de veículos, as informações sobre o que cada selo significa e como um automóvel pode ser considerado econômico ainda são obscuras ao consumidor. Selos Ao desejar saber o quanto um veículo é econômico no consumo de combustíveis em comparação com outros modelos, o consumidor tem algumas alternativas. Uma delas é procurar as montadoras que aderiram ao selo Ence (Etiqueta Nacional de Conservação de Energia) do PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), coordenado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). Na página do Inmetro é possível acessar tabelas que identificam a eficiência no consumo de combustível dos veículos, com o índice médio de gasto para a circulação na cidade e na estrada, tanto para etanol quanto gasolina. A avaliação fornece notas de A a E, sendo A o mais eficiente e E o menos eficiente. O programa, semelhante ao selo Procel dos eletroeletrônicos, ainda não é obrigatório no setor automotivo, o que significa que só as montadoras voluntárias são listadas pelo Inmetro. Outro selo que auxilia o consumidor na escolha do veículo é a Nota Verde, que avalia a emissão de gases poluentes pelo carro. A consulta pode ser feita no site do Ibama e a classificação atribui de uma estrela (mais poluente) a cinco estrelas (menos poluente) a cada modelo de automóvel. Pesquisa Em setembro desse ano, o Idec realizou uma pesquisa com as 11 montadoras que mais venderam carros no primeiro semestre de 2011. O objetivo era verificar as informações disponíveis sobre emissão de poluentes, eficiência no consumo de combustível e adesão das empresas ao PBEV. O resultado mostrou que as informações disponíveis ao consumidor em SACs (Serviços de Atendimento ao Cliente) e no site das montadoras ainda não são suficientemente claras sobre o tema. Obrigatoriedade Vale lembrar que existe a possibilidade de essas duas etiquetas serem unificadas, ou até mesmo que se tornem obrigatórias e disponibilizadas em local claro. Em junho, o Governo Federal divulgou o plano de obrigar as indústria automotiva a adotar um selo que classifica os veículos com base em sua emissão de poluentes e em seu consumo de combustível. Entretanto, a obrigatoriedade não será imediata. A indústria terá um período para se adaptar e a expectativa é que o selo passe a ser usado em 2012. extraído da pagina do idec

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Fraudes no Comércio Eletrônico


Alerta: Fraudes e Ilicitudes no Comércio Eletrônico

É crescente o número de fraudes e ilicitudes sendo praticados no meio eletrônico, incluindo as relações de comércio virtual. Inexistência do vendedor, falta de entrega do produto, emissão de nota fiscal falsa são alguns dos exemplos mais comuns de crimes praticados.
Desconfiar de preços muito atrativos (muito abaixo dos preços de mercado), de depósitos em contas-corrente de titularidade diferente do vendedor, como forma de pagamento dos valores negociados, bem assim de "indicadores" de avaliações dos vendedores em sites, pode ajudá-lo a realizar uma boa compra.
É importante para o consumidor buscar o maior número de informações possíveis a respeito do produto e do vendedor, para garantir a segurança de sua operação.
Documentação Comprobatória
Assim como em outras operações comerciais, as que envolvem o comércio eletrônico também necessitam de documentos que comprovem sua regularidade.
No caso de produtos adquiridos no Brasil, a nota fiscal é o documento que indica quando a venda foi efetivada e quem é o responsável, além de comprovar a garantia, informar o tipo, modelo, marca, número de série e assegura ao consumidor os seus direitos na hora de registrar reclamação junto aos órgãos de defesa.
Para produtos adquiridos no exterior, informações dos procedimentos de regularização de importação podem ser obtidas no no item Encomendas e Remessas.
Avaliação do Vendedor
Antes de finalizar uma compra, é essencial obter informações sobre o vendedor. Conhecer detalhes como a razão social, nome da empresa, número do CNPJ, endereço e telefone são importantes para verificação da existência e idoneidade da empresa.
Maiores informações sobre empresas podem ser obtidas através do site www.receita.fazenda.gov.br da Receita Federal do Brasil, do site www.sintegra.gov.br das Receitas Estaduais e dos sites dos Procons Regionais.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Idec - Campanhas - QUALIDADE JÁ!: Parâmetros fortes para banda larga já!

ANATEL APROVA PARÂMETROS DE QUALIDADE PARA A BANDA LARGA!

Obrigado a todos que participaram desta campanha! Graças ao nosso esforço de mobilização e divulgação, mais de 77.789 mensagens foram enviadas ao Conselho Diretor da Anatel pelas mobilizações da Campanha Banda Larga é um direito seu!, Idec e Avaaz. O tuítaço na véspera da votação da Anatel, levou a hashtag #QualidadeJa para o topo dos trending topics do Twitter, repercutindo amplamente na imprensa brasileira.

Resultado: a Agência aprovou os regulamentos de qualidade do serviço de banda larga fixa e móvel pelo qual tanto pressionamos. As medidas aprovadas envolvem indicadores de rede e de atendimento ao consumidor, e apresentam critérios de qualidade para as redes, incluindo parâmetros mínimos e médios de velocidade. Agora, as empresas com mais de 50 mil assinantes deverão garantir 60% da capacidade vendida, subindo para 70% no segundo ano e 80% a partir do terceiro. O software para o consumidor medir a qualidade da sua conexão também foi incluído no texto final. Nem todas as notícias foram boas, nossa demanda pelo limite de ocupação de rede não foi incluído no texto, assim como eles não garantiram o abatimento proporcional aos problemas de conexão.

Esta é uma importante conquista, porém ainda falta muito para conquistarmos efetivamente uma Banda Larga barata, de qualidade e para todos os brasileiros! Preencha as suas informações ao lado para continuar participando de mobilizações como esta.

Muito obrigado!



Idec - Campanhas - QUALIDADE JÁ!: Parâmetros fortes para banda larga já!

Problemas com Seguros?

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victor@pmcorretora.com.br
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O registro desse plano na SUSEP não implica, por parte da Autarquia, incentivo ou recomendação à
sua comercialização.
SAC 0800 727 2765 (informação, reclamação ou cancelamento). Atendimento exclusivo para deficientes auditivos: 0800 727 8736.
CNPJ 61.198.164/0001-60. SUSEP 15414.002288/2005-85 - Residência e 15414.004437/2006-21
- Responsabilidade Civil
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